
Muitas vezes em nossas vidas, somos tão julgados que perdemos a noção a respeito de nossas identidades. Estudantes no ramo da psicologia afirmam que para que o indivíduo se veja no espelho, deverá ter um conhecimento prévio sobre quem é, para que sinta e perceba quem realmente ele (a) está sendo naquele instante. Caso contrário, não nos daremos conta a respeito do que sentimos, pensamos, agimos, ampliando a desconexão, distanciamento com o individual.
Sem a devida reflexão do quanto à pessoa se violenta para simplesmente "possuir coisas", o ser humano acaba abrindo mão de "ter a si mesmo", ou seja, de ser a sua grande conquista, o que muitas vezes nos conduz a nos direcionar algumas perguntas, tais como: "O que é isso" , "Será que sou assim", dentre outras.
Para poder lidar com estas questões, devemos começar a aprender que a grande viagem para realizar grandes coisas na vida não é para fora, mas para o interior de si mesmo, aperfeiçoando-nos como pessoas em prol de um mundo melhor.
Como diz Albert Schweitzer, "Vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo."
Precisamos de pessoas que amam a si mesmas, que aprendam com seus erros e angústias, com consciência de que não nos provemos da plenitude deste mundo, que há sempre algo a ser descoberto, algo a aprender. Sejamos, portanto, humildes. Não somos deuses, perfeitos. Neste mundo somos apenas elementos, elementos que compõem a vida no planeta. Mas elementos que apesar de todas as diferenças, são todos iguais.
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